Gohayó

    O que é Gohayó?
    Gohayó é o nome original indígena da ilha de São Vicente no litoral paulista, onde hoje se encontram as cidades de São Vicente e Santos.
    "A história contada no meu álbum é real"

 

    Se preferir, ouça o álbum pelo link do YouTube ao lado enquanto continua lendo.

    Em Portugal, no ano de 1498, Cosme Fernandes era um jovem sonhador judeu de 18 anos muito ativo e tagarela  que recusava a se converter ao cristianismo e brigou pelos seus direitos até que foi condenado a ser degredado na costa do novo mundo mais precisamente na região de Iguape. Embarcou na expedição de Bartolomeu Dias provavelmente como escravo.
   Jogado à sorte no mar de Icaparra para sobreviver à natureza e aos índios não muito amigáveis. Porém ele não contava com a companhia de antigos moradores da região que eram espanhóis, portugueses e irlandeses náufragos ou também degredados.
   Ganhando a confiança de todos, logo recebe a missão de ir para Gohayó, um conhecido povoado indígena que vive isolado em terras cercadas de mangue, mar e baías protegido por uma estratégica topografia.

   
 

   A história começa com ele orando em uma das embarcações da expedição de Bartholomeu Dias. Ele ainda não sabia de sua punição como degredado, mas sabia que iria conhecer o Mundo Novo e sentia que algo estava por vir.
   Ao passarem pela região de Iguape ele é atirado ao mar após lerem sua condenação.
   O local exato era o mar de Icapara, no encontro do rio Iguape com o mar em águas turbulentas. Cansado de se debater e tentar sobreviver ele desmaia ao chegar na areia da pequena praia de cascalhos.
   Nesse momento lembra em sonho de um menestrel do rei que cantava pelas ruas do porto uma cantiga sobre um tal degredado e sorria ironicamente ao passar por ele.

 

   Cosme é resgatado às pressas por homens de lá. 
   Cosme se apaixona e casa-se com a filha do Cacique Piquerobi.
   Pensando em criar um porto, Cosme diz aos habitantes que lá é local difícil para as embarcações atracarem e que para prosperar precisaria de um lugar com águas mais calmas e menos perigoso.
   Os habitantes contam sobre um lugar de boa acolhida e bons sustentos (Gohayó), que fica mais ao norte de lá.
   Com a ajuda deles e cada vez mais apaixonado pelo lugar onde se encontrava eles foram de encontro à Gohayó.
   Chegando à Gohayó eles são bem recebidos e Cosme estuda as terras planas cercadas de montanhas, as baías, os índios e se convence de que lá poderia vir a ser o local perfeito para fortificações e pontos para faróis estratégicos. Fazem festas, comemoram e alí decidem ficar e construir, em perfeita comunhão com os índios, uma cidade e um porto bem abrigado em águas calmas. O Porto Das Naus.
    Com os faróis funcionando e a trajetória das expedições cada vez maior pela costa do Novo Mundo já então "Terra de Santa Cruz", começaram a chegar os mercadores e a fama de Gohayó tomou grandes proporções até chegar aos ouvidos da corte de que o degredado havia construído por lá.
   É mandada uma nova expedição oficial que mapeia e nomeia o local como Ilha São Vicente mas apenas 30 anos depois que mandam para lá o então nomeado Governador Martim Afonso De Souza para expulsar Cosme Fernandes daquelas terras e terminar de cumprir seu degredo de volta à região de Iguape.
   Cosme Fernandes, traído pelos parceiros João Ramalho e Antonio Rodrigues, foge de volta para Iguape e decide criar uma nova cidade mais ao sul e a batiza de Cananéia (uma alusão à Canaã).


    Há quem diga que Cosme voltou à Gohayó (São Vicente) após capturar um corsário francês junto com Ruy Garcia De Moschera, vencerem o que veio a ser conhecida como "A Guerra De Iguape" e atacar a cidade de São Vicente destruindo tudo, inclusive os documentos após saber que Martim Afonso abandonara a região construída por ele.


    Há quem saiba que Martim Afonso De Sousa mesmo mandou destruir tudo e todos que soubessem da história que Cosme Fernandes pois não poderiam saber que um Judeu prosperasse naquelas terras com tanta facilidade, pondo a cabeça de Cosme Fernandes a prêmio obrigando eles a fugirem de Cananéia sem saber o paradeiro deles.
    

   

    Músicos

    Allex Bessa : Teclados Behringer Model D, Korg Krome 61, Kurzweil PC88mx, Roland VR09b e Coro.
    Dhieego Andrade: Bateria em "A Ilha" e "Mercadores".
    Guta Menezes: Coro
    Jobam Martins: Guitarras em "Mundo Novo" e "Ensaio Dos Ventos"

    Maristella De Menezes: Voz
    Nuno Mindelis: Guitarra solo na segunda parte da "Ensaio Dos Ventos" (O Curso Da Montanha)

 

    Gravado com Steinberg Cubase, interface de áudio Behringer UMC404hd e microfones AKG.

 

    Composições de Allex Bessa e Maristella De Menezes, com excessão de "Dança Escolhida" (Maristella De Menezes);  Menestrel, A Ilha, Sonho e Sistere (Allex Bessa)

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Grato
Allex Bessa

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